Essas são fotos de um livro chamado I Lego NY em que Christoph Niemann genialmente homenageia a cidade através de reproduções de pontos turísticos e ícones de NY usando peças de Lego. A simples ideia surgiu depois de Niemann brincar de Lego com seu filho. Eu ainda não tive a oportunidade de conhecer a Grande Maçã, então talvez perca um pouco das piadas, mas definitivamente o cabelo do Donald Trump deve ser a melhor de todas. Quer ver mais algumas fotos clique aqui.
Hoje, Marmite já virou império e além do ‘food spread’ tem salgadinho, barra de cereal e uma vasta gama de acessórios com a marca do produto estampada. Inclusive, ano passado, a Unilever investiu na temporária Marmite Pop Up Shop, no centro de Londres, para vender todas as quinquilharias possíveis relacionadas à marca e propiciar, para aqueles que amam Marmite, uma única ‘Marmite experience’ em uma cafeteria com decoração dos anos 50.
Foto de Jason Powell
Faz um tempinho que vi esse projeto Looking into the past em algum lugar e achei ótimo. A prospota é simples e bacana e foi concebida pelo fotógrafo americano Jason Powell. Tira-se uma foto de um local mesclando com imagens antigas do mesmo. Vale foto pessoal, cartão postal, foto de arquivo. É um grupo no Flickr e quem quiser pode unir-se a ele, basta fazer uma dessas e mandar (ou postar, não sei bem como funciona o sistema por lá). Eles também fazem pequenos fóruns com dicas de onde achar imagens antigas e como expandir o próprio projeto. Até onde eu fui, não vi nenhum pedacinho de Brasil, pra quem se animar dá pra ser pioneiro.
Foto de Uwgb Admissions
Foto de Fuxe 73
Foto de Jason Powell
Há algum tempo atrás vi Home, um filme/projeto constituido de imagens aéreas do planeta Terra e que aborda a mais “nova” constante preocupação humana que é a “preservação do meio ambiente”. Acompanhando a saga de Al Gore, o filme, produzido e dirigido por franceses e financiado pela gigante PPR, teve um super lançamento no dia internacional do meio ambiente (5 de junho), com veiculação (viral) via You Tube entre outras tantas ações midiáticas. Sim, acho que eles tinham o objetivo de alcançar o maior numero de pessoas, com o intuito de dizer “ei você, sabia que estamos destruindo o planeta de forma quase industrial?”. Ok, válido, assim como muitas outras ações de debate e conscientização são válidas, mas esse papo de “você já sabe o que tem que fazer para mudar essa situação”, honestamente, me deixa um pouco furiosa.
O problema é do sistema, no qual, é claro, estamos incluidos, mas acho que o buraco é um pouco mais além de reciclarmos, usarmos sacolas de pano e consumirmos consciente. Papo que álias, também me irrita profundamente. Normalmente, o consuma consciente requer tempo e dinheiro. Tipo, produtos orgânicos, locais, fair trade custam mais caro, e ter uma horta em casa também não me soa algo muito prático… Ter uma casa com energia renovável custa (e muito) e consumir menos plástico e viver em harmonia com a natureza requer alguns pequenos sacrifícios que não são fáceis de serem administrados, seja em uma grande ou pequena cidade. O eco é trend, bacana e consciente, mas mais me parece uma mera ilusão absorvida pelo mercado pra fazer tudo custar mais caro. Será mesmo que o tiozinho da foto do café Fair Trade recebe algum centavo a mais que o outro que não tem Fair Trade? Será que o Tetra Pak do meu leite é de fato reciclável? Será que toda essa madeira da IKEA é de fato de “reflorestamento”, ou são daqueles pinos que estão destruindo a mata nativa do RS (só pra citar UM exemplo)?
A dúvida que fica é, estou mesmo fazendo a minha parte (e pagando caro por ela) ou estou sendo engambelada pelo mercado que finge que me dá a “possibilidade de fazer a minha parte”? Tudo se resolve com consumo mais consciente. E se fosse menos consumo, menos produção, menos necessidade de matéria prima? Além disso, tem muitas outras coisas que fogem da “nossa parte” (e eu diria a maior parte delas) e cabem ao Sr. Mercado e a Governos, e sinceramente não vejo grandes companhias, seja do que for, e governos, de onde for, de fato tomando decisões e ações efetivas sobre o assunto (vide G8, G20, G qualquer coisa).
E então? Fica meio que aquele papo do universo das drogas. Aquela coisa de culpar o usuário pela desgraça do tráfico, sendo que muito desses usuários, acredito, prefeririam comprar em outro lugar, pagando imposto para o governo e não tendo que negociar com traficante. Todo mundo sabe que isso é a penas a ponta do iceberg. Então não me venha com esse papo de eu ser responsável pela desgraça climática. Faço minha parte, mas não tenho o super poder nas mãos.
Seguríssima e quase complexa tomada britânica
Quando se pensa em dar uma volta ao mundo é claro que a última preocupação do cidadão é: será que o plug do meu laptop vai encaixar em qualquer tomada de qualquer lugar do mundo? Pois, deveria pensar, porque nem precisa ir muito longe pra se deparar com tal problema.
Depois de morar em 3 lugares diferentes, pude constatar que nem todos os buracos de tomadas são iguais. Como consequência tenho 3 tipos de plugs nos aparelhos eletrônicos que permeiam meus pertences. E pior, para cada um tenho um adaptador, e pior, a cada ida para algum lugar tenho que levar uma certa parafernália que, além dos cabos (o mundos seria muito melhor sem cabos), conta com malditos adaptadores. Que é claro, se perdem, estragam, e certas vezes chegam a não adaptar nada…
Pensando nisso, decidi me preparar para não ser mais pega de surpresa e aqui exponho uma informação de utilidade pública (não lembra regiões de DVD, só que pior?). Assim, ao menos se pode deduzir com quantas tomadas se faz uma volta ao mundo, caso você esteja pensando em fazer uma.
Mas será que não dava pra ser globalizado nisso também? Será que não dava para ser mais “genérico”? Porque ora, isso não é assim como cultura, língua, comida, clima, geografia, dinheiro… É só plug, só tomada… Ou não? Ou tem uma explicação linguística, tipo uma razão semiótica sobre a diferente percepção do sentido de “encaixe” representada nos diferentes tipos de plugs e tomadas?
Igual, para os mais práticos já inventaram um adaptador global. Mas só funciona com um plug por vez (nunca ouviram falar de T), é meio que um trambolho e custa caro. Não sei porque (!) , mas me soa muito como um “produto” Polishop (ou o antigo 011. 1406), que corta, rala, faz café, cuida de bebês e limpa, mas na verdade nunca funciona muito bem. Ainda fico com meus lamentos (e minha caixinha de adaptadores extras).
Ok, mal lancei a ideia da Pun(ny) Friday e já desapareci. Para provar que não é brincadeira, preparei esse set especial para compensar as sexta-feiras puladas.
Começamos com aquilo que encontrei sobre a então eleição européia e sua repercussão.
1.Capa de um jornal de distribuição gratuita que relata uma manifestação onde o líder do partido “extremist” inglês, o BNP (que conquistou suas primeiras cadeiras no parlamento), leva um ovo de presente para casa.
2. Outra capa, de outro jornal gratuito que tira onda com Gordon Brown (Primeiro Ministro Inglês do partido Labour) e a sua cara de banana (ou diria de pão?) depois do resultado das eleições, onde o Labour perdeu feio.
3. E por último, a campanha da deli da Harvey Nichols, prestigiada loja de departamentos a lá Harrods, também não perdoa Gordon.
Já a segunda parte reservo para os famosos:
1. Britney Spears passeando no Hyde Park e parecendo a bit famous.
2. Brad e sua moto que o deixou na mão
3. A polêmica relação de Siena e Balthazar Getty que tá sempre no maior vai e vem
Acredito que assim consigo me redimir. Semana que vem volto com mais (e com Photoshop pra poder dar uma de Perez Hilton e trabalhar as fotos).